O Visa B2AI Report trouxe um dado que resume bem o momento: 53% dos executivos americanos já permitiriam que agentes de IA negociassem preços em seu nome. Entre os consumidores, apenas 38% deixariam um agente finalizar uma compra de forma autônoma.
As empresas já decidiram. Os consumidores, ainda não.
E a confiança — que vai determinar o ritmo de tudo isso — não é genérica. Ela tem endereço.
Analisei esses dados no NeoFeed, com uma ressalva sobre o que significam — ou não — para o Brasil.
Quando o seu agente fizer uma compra por você, você vai querer saber como ele decidiu?
Categoria: Tecnologia
Se o Pix é um sistema doméstico, por que brasileiros já pagam com Pix fora do Brasil?
Esse aparente paradoxo é o ponto de partida de um texto publicado hoje no Brazil Journal, em que chamo esse fenômeno de Pix Roaming e exploro o que ele diz sobre experiência, infraestrutura e mercado.
Os pagamentos estão deixando de ser um ato consciente e se tornando decisões inteligentes tomadas por agentes de IA. O que isso significa para o futuro do dinheiro — e para nós, consumidores e empresas?
No novo artigo de Edson Santos, publicado no Finsiders, descubra como os agentic payments estão prestes a transformar o mercado de forma tão profunda quanto o Pix.




