O varejo nunca parou de financiar o consumidor. Crédito ao consumidor, no Brasil, sempre teve no varejo seu protagonista. Não como exceção ou cortesia, mas como parte estrutural do negócio. Durante décadas de inflação alta, os bancos privilegiaram operações de overnight e crédito para grandes empresas. Coube ao comércio financiar quem estava do outro lado do balcão. Essa lógica nunca desapareceu. Mudaram apenas os instrumentos.
Categoria: Recebíveis
Este é o segundo artigo da série de três que publico aqui na Neofeed sobre comércio agêntico. O primeiro descreveu como uma transação agêntica acontece de ponta a ponta, com atenção ao detalhe técnico que sustenta tudo. Aquele texto encerrou com um gancho aberto. Disse ali que sem identificar o agente com confiança, o mandato fica sem âncora. Este artigo trata exatamente disso, Kow Your Agent – KYA.
Com base em sua palestra no Payment View 2026, realizado no inovabra, Edson Luiz dos Santos, escreveu um artigo exclusivo para o FintechLab IA sobre onde se escondem as verdadeiras dores relacionadas aos pagamentos B2B.

Neste momento em que muitas narrativas distintas circulam sobre a limitação dos juros do rotativo do cartão de crédito e sobre vendas parceladas sem juros, Edson Luiz dos Santos resolveu contribuir para esclarecer o tema.
O texto baixo é rico em informações, apresentando uma narrativa de entendimento simples que nos permite compreender não apenas o ‘o quê’, mas também ‘o porquê’ das coisas.
https://finsiders.com.br/opiniao/parcelado-sem-juros-e-rotativo-explicando-a-guerra-das-narrativas/
No PDF em anexo, um material sobre o mercado e economia brasileira de pagamentos, com Maílson da Nóbrega, entrevistado por Edson Santos, sócio fundador da Colink.
O material contém informações sobre o cenário atual e as perspectivas para os próximos anos, além de abordar a economia global e os desafios e oportunidades que o Brasil enfrenta nesse contexto. O objetivo do material é fornecer insights valiosos para quem deseja entender melhor o mercado de pagamentos e a economia brasileira como um todo.
Maílson e Edson, discutem:
- Quais são as perspectivas para o mercado de pagamentos no Brasil?
- Como a economia brasileira está se posicionando em relação ao contexto global?
- Quais são as projeções macroeconômicas para os próximos anos?

Conhecimento e experiência em Payments podem não ser suficientes para atuar de forma competente no setor. Certamente é necessário conhecer e entender o cliente, ou melhor, dos clientes. Sim porque estamos falando de uma indústria que atende dois grupos distintos de clientes , o “comprador-consumidor” e o “vendedor-varejista” (teoria econômica: Two- Sided Markets).
Muito já foi feito para facilitar, simplificar, das velocidade e segurança na forma como o consumidor efetua o pagamento de um transação comercial. Muitas dessas inovações evolutivas também beneficiaram os varejista. Entretanto, há muitas oportunidades de melhor servir os varejistas, principalmente quando se trata de novos meios de pagamentos disruptivos, como é o caso do Pagamento Instantâneo brasileiro, o Pix.
Por isso, nada melhor do que aprender com o “Papa” do varejo brasileiro, Eduardo Terra. Nossa dica de leitura é o seu último livro publicado “Varejo, Transformação Digital e Pandemia“. Boa leitura!


