Esse artigo nasceu de uma conversa com a Renata Camera Santos, minha filha.
Conversávamos sobre wallets. Eu disse, de cara, que não via mais futuro para a palavra — que talvez fosse hora de encontrar outro nome para a carteira digital.
Mas a conversa ficou na minha cabeça. Quanto mais eu pensava, mais percebia que estava errado pela metade. A palavra wallet sobrevive. O que muda é tudo o que ela descreve.
A wallet deixa de ser um app que se abre e vira uma camada que age. Deixa de ser repositório passivo e vira agente ativo. Deixa de competir por share of wallet, no sentido literal, e passa a competir por share of decision.
Categoria: Mobile Payments
Se o Pix é um sistema doméstico, por que brasileiros já pagam com Pix fora do Brasil?
Esse aparente paradoxo é o ponto de partida de um texto publicado hoje no Brazil Journal, em que chamo esse fenômeno de Pix Roaming e exploro o que ele diz sobre experiência, infraestrutura e mercado.
O mercado de pagamentos no Brasil está próximo da saturação, com o Pix ganhando espaço e conduzindo a uma disputa competitiva por market share.
Mas só os agentes mais bem preparados vão capturar os ganhos. Lei meu artigo publicado no NeoFeed, em junho/25

Em apenas quatro anos, o PIX alcançou uma penetração de 35% no consumo privado das famílias brasileiras – um feito impressionante, considerando que os cartões levaram mais de 30 anos para alcançar 52% de penetração.
O impacto dessa inovação vai muito além dos números. Em minha análise, o PIX reflete a capacidade única do mercado brasileiro de se reinventar rapidamente, transformando o comportamento de consumidores e empresas em um curto espaço de tempo.
Leia a matéria de Edson Santos, publicada no Brazil Journal em Janeiro/25




