Se o Pix é um sistema doméstico, por que brasileiros já pagam com Pix fora do Brasil?
Esse aparente paradoxo é o ponto de partida de um texto publicado hoje no Brazil Journal, em que chamo esse fenômeno de Pix Roaming e exploro o que ele diz sobre experiência, infraestrutura e mercado.
Categoria: FinTech
Matéria de Gabriela Del Carmen em Startaps
No Brasil, o varejo já vive o futuro dos pagamentos — e ele se chama Pix.
Com liquidação instantânea, custo baixíssimo, ampla aceitação e integração nativa ao sistema bancário, o Pix oferece uma experiência tão eficiente que deixa pouco espaço para stablecoins competirem no cotidiano de quem compra ou vende localmente.
Mas o cenário muda quando olhamos para pagamentos transfronteiriços. É nesse nicho que as stablecoins começam a se destacar: são rápidas, acessíveis, funcionam 24/7 e eliminam boa parte da fricção e dos custos típicos das transferências internacionais. Freelancers, pequenos importadores e criadores de conteúdo que operam em dólar já perceberam isso.
No Brasil, stablecoins não substituem o Pix — mas podem complementar. Especialmente quando o assunto é liquidação global, programabilidade e inclusão digital além das fronteiras.
Lei meu artigo publicado no NeoFeed, em julho/25





