Matéria de Gabriela Del Carmen em Startaps
Categoria: FinTech
No Brasil, o varejo já vive o futuro dos pagamentos — e ele se chama Pix.
Com liquidação instantânea, custo baixíssimo, ampla aceitação e integração nativa ao sistema bancário, o Pix oferece uma experiência tão eficiente que deixa pouco espaço para stablecoins competirem no cotidiano de quem compra ou vende localmente.
Mas o cenário muda quando olhamos para pagamentos transfronteiriços. É nesse nicho que as stablecoins começam a se destacar: são rápidas, acessíveis, funcionam 24/7 e eliminam boa parte da fricção e dos custos típicos das transferências internacionais. Freelancers, pequenos importadores e criadores de conteúdo que operam em dólar já perceberam isso.
No Brasil, stablecoins não substituem o Pix — mas podem complementar. Especialmente quando o assunto é liquidação global, programabilidade e inclusão digital além das fronteiras.
Lei meu artigo publicado no NeoFeed, em julho/25
SuperApps são frequentemente apresentados como o futuro da experiência digital: plataformas que concentram mensagens, pagamentos, delivery, serviços financeiros, agendamentos e compras em um único ambiente. Casos como o WeChat na China e o Grab no Sudeste Asiático inspiram empresas no mundo todo. Mas será que o modelo pode ser replicado no Brasil? A resposta curta: é improvável. Pelo menos, não da mesma forma. Lei meu artigo publicado na Cantarino Brasileiro, em julho/25





