Categoria: Digital
Eficiência operacional, novos riscos e o papel do ecossistema de pagamentos
Nas últimas semanas, o termo “comércio agêntico” começou a aparecer com mais frequência — e, na prática, ele traz uma mudança bem concreta: quando agentes de IA passam a navegar e executar ações em nome do consumidor, o varejo precisa aprender a separar automação legítima de abuso automatizado, sem perder segurança nem qualidade de experiência.
Escrevi um artigo na Let’s Money para organizar esse tema com calma: o que está mudando no e-commerce, por que identidade, antifraude e pagamentos entram no centro da discussão em 2026, e como os chamados “superagentes” podem atuar dentro das operações — com eficiência, mas exigindo governança.
Se você está acompanhando IA aplicada a varejo e meios de pagamento, fica o convite para ler e tirar suas próprias conclusões.
Matéria de Clara Assunção, publicada em 17/12/25 na Exame
No Brasil, o varejo já vive o futuro dos pagamentos — e ele se chama Pix.
Com liquidação instantânea, custo baixíssimo, ampla aceitação e integração nativa ao sistema bancário, o Pix oferece uma experiência tão eficiente que deixa pouco espaço para stablecoins competirem no cotidiano de quem compra ou vende localmente.
Mas o cenário muda quando olhamos para pagamentos transfronteiriços. É nesse nicho que as stablecoins começam a se destacar: são rápidas, acessíveis, funcionam 24/7 e eliminam boa parte da fricção e dos custos típicos das transferências internacionais. Freelancers, pequenos importadores e criadores de conteúdo que operam em dólar já perceberam isso.
No Brasil, stablecoins não substituem o Pix — mas podem complementar. Especialmente quando o assunto é liquidação global, programabilidade e inclusão digital além das fronteiras.
Lei meu artigo publicado no NeoFeed, em julho/25





