Comércio agêntico ganhou tração rápida no debate brasileiro nas últimas semanas. Lendo o material publicado, percebi que faltava um ângulo. Os textos descrevem bem o ecossistema e os papéis, mas raramente acompanham uma transação acontecendo do início ao fim. E é justamente quando se segue a transação que o papel de cada player se ilumina.
Decidi escrever sobre isso. Acabou virando uma série de três artigos para a NeoFeed.
O primeiro descreve a transação ponta a ponta, com atenção a como cada player aparece quando o fluxo é acompanhado em detalhe. O segundo, no próximo capítulo, trata do Know Your Agent. O terceiro, da disputa silenciosa entre as camadas pelo dono do cliente.
Categoria: Empreendorismo
O Visa B2AI Report trouxe um dado que resume bem o momento: 53% dos executivos americanos já permitiriam que agentes de IA negociassem preços em seu nome. Entre os consumidores, apenas 38% deixariam um agente finalizar uma compra de forma autônoma.
As empresas já decidiram. Os consumidores, ainda não.
E a confiança — que vai determinar o ritmo de tudo isso — não é genérica. Ela tem endereço.
Analisei esses dados no NeoFeed, com uma ressalva sobre o que significam — ou não — para o Brasil.
Quando o seu agente fizer uma compra por você, você vai querer saber como ele decidiu?
Se o Pix é um sistema doméstico, por que brasileiros já pagam com Pix fora do Brasil?
Esse aparente paradoxo é o ponto de partida de um texto publicado hoje no Brazil Journal, em que chamo esse fenômeno de Pix Roaming e exploro o que ele diz sobre experiência, infraestrutura e mercado.
Eficiência operacional, novos riscos e o papel do ecossistema de pagamentos
Nas últimas semanas, o termo “comércio agêntico” começou a aparecer com mais frequência — e, na prática, ele traz uma mudança bem concreta: quando agentes de IA passam a navegar e executar ações em nome do consumidor, o varejo precisa aprender a separar automação legítima de abuso automatizado, sem perder segurança nem qualidade de experiência.
Escrevi um artigo na Let’s Money para organizar esse tema com calma: o que está mudando no e-commerce, por que identidade, antifraude e pagamentos entram no centro da discussão em 2026, e como os chamados “superagentes” podem atuar dentro das operações — com eficiência, mas exigindo governança.
Se você está acompanhando IA aplicada a varejo e meios de pagamento, fica o convite para ler e tirar suas próprias conclusões.



